Já a noite caía nesta bela cidade e o frio já se fazia sentir no meio de tantas pessoas que se dirigiam para suas casas, para o seu lar quente e acolhedor. Apesar da brisa fria a ansiedade que predominava em mim fazia com que o frio se dissipasse. As horas iam passando lentamente enquanto não desvia o olhar do monitor de um tijolo com golfinhos à volta. Já à tua espera, a hora de chegada já passava, constantemente a olhar para o tijolo, a olhar para a entrada quando algo me faz desviar o olhar e te vejo, sempre bem disposta, com aquele sorriso que só tu o possuis, aquele sorriso contagiante, com o teu olhar de felicidade que não conseguia imaginar através das tuas palavras . . . Aquele teu abraço forte, aquele abraço de mana para mana . . . parecia que te estava a ver pela primeira vez, o coração acelerou . . . acelerou de tal forma que uma pinga ou outra queria escorrer mas o controlo foi maior.
A noite foi passando, cinco minutos corriam como se fossem um, o tempo passava tão depressa ao contrário do que desejava. Ver-te naquele mini espaço a cantar foi um grande orgulho. Já não te ouvia a meio ano, aquela voz conquistadora e acolhedora que só tu a possuis. Foi maravilhoso ouvir aquelas duas músicas. O mais difícil estava para chegar. . . chegou o momento de pagar a dolorosa. Despedir de cada pessoa que se encontrava presente nesse dia. Nunca me custou tanto como nesse dia. Dizer "até amanhã" naquela esperança brusca de que naquele "amanhã" te iria ver. "Vai mas é embora que o teu mal é sono" mas não, fizeste questão de nos fazer companhia até que o nosso ponei ambulante chegasse. Mas depois daquele abraço de despedida não aguentei, perguntando-me sucessivamente "quando é que nos voltaremos a ver? será necessário mais meio ano?". Seguidamente, cada um seguiu com as suas vidas , mais uma noite passara, e agora só resta realizar uma contagem decrescente até ao próximo encontro. Até lá levo, como recordação, o meu galo . . . Nunca se esqueçam.
Amo-vos!
A noite foi passando, cinco minutos corriam como se fossem um, o tempo passava tão depressa ao contrário do que desejava. Ver-te naquele mini espaço a cantar foi um grande orgulho. Já não te ouvia a meio ano, aquela voz conquistadora e acolhedora que só tu a possuis. Foi maravilhoso ouvir aquelas duas músicas. O mais difícil estava para chegar. . . chegou o momento de pagar a dolorosa. Despedir de cada pessoa que se encontrava presente nesse dia. Nunca me custou tanto como nesse dia. Dizer "até amanhã" naquela esperança brusca de que naquele "amanhã" te iria ver. "Vai mas é embora que o teu mal é sono" mas não, fizeste questão de nos fazer companhia até que o nosso ponei ambulante chegasse. Mas depois daquele abraço de despedida não aguentei, perguntando-me sucessivamente "quando é que nos voltaremos a ver? será necessário mais meio ano?". Seguidamente, cada um seguiu com as suas vidas , mais uma noite passara, e agora só resta realizar uma contagem decrescente até ao próximo encontro. Até lá levo, como recordação, o meu galo . . . Nunca se esqueçam.
Amo-vos!
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